O que o setor de seguros e o de investimentos podem aprender entre si?

29.04.2021

Embora sejam mercados regulados por diferentes órgãos, o de seguros pela Susep (Superintendência de Seguros Privados) e o de investimentos pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), são duas áreas que “se conversam” dependendo do momento de vida de cada pessoa.

Os produtos de seguro e previdência vão proteger o patrimônio acumulado e os produtos de investimento, devido ao acúmulo de patrimônio, em algum momento podem vir a diminuir ou zerar a necessidade de alguns tipos de seguro.

Se pensarmos, por exemplo, em uma família que tem necessidade de cobertura de seguro de vida por questões sucessórias, por impostos, por exemplo, o produto de previdência quando já tem capital acumulado, pode vir a substituir a necessidade de cobertura por um “caixa” que também não vai para inventário e também não tem imposto sucessório.

As empresas do mercado de investimento já se utilizam de tecnologia há alguns anos, e o cliente consegue fazer quase tudo online. Isso facilita muito o acompanhamento das contas e faz com que a pessoa não perca a oportunidade de investir em algo, ou de sair de algo de forma ágil. As coisas acontecem em tempo real e, mesmo tendo o acesso online o tempo todo, o cliente continua contando com as orientações do assessor de investimentos.

Já no mercado de seguros, ainda existe muita burocracia em papel, e dependência do trabalho de pessoas na outra ponta para que as coisas aconteçam. Vejo alguns corretores “brigando” com a Susep para não automatizar as coisas, achando que assim perderá o cliente, não entendendo que digitalizar o processo não tira a importância do corretor de seguros.

Durante a pandemia tivemos um avanço nas tecnologias do mercado de seguros que há muito tempo eu não via. Telemedicina, por exemplo, foi regulamentada durante a pandemia e proporcionou que as pessoas não tivessem que se expor em um pronto socorro lotado, que pudessem ser atendidas por vídeo e caso necessitassem de alguma medicação, o médico envia a receita via QR code para que o paciente possa comprar na farmácia de sua preferência o remédio necessário.

Nas vistorias de bens, como por exemplo de veículos, muita coisa pode ser feita hoje em dia via câmera do celular, evitando o contato pessoal entre vistoriador e segurado.

Quanto ao aprendizado que o mercado de investimentos poderia ter com a área de seguros, é no que se refere à liberdade de trabalho e neutralidade do corretor de seguros. Enquanto no mercado de assessoria de investimentos o assessor é obrigado a se cadastrar em apenas uma corretora e oferecer aquela única opção ao cliente, no mercado de seguros, o corretor tem um universo de seguradoras que concorrem entre si tentando oferecer os melhores produtos e custos, tendo que ofertar um serviço de excelência ao corretor, que por meio das informações que passa a seus clientes, tem grande influência no processo decisório.

Tramita atualmente um pedido de mudança dessa regra junto à CVM, para que o assessor de investimentos possa se cadastrar em mais de uma corretora de valores e consolidar os investimentos do cliente como um todo. Devemos ter novidades ainda este ano sobre esse assunto.

Fonte: CQCS                      * Por Ale Boiani, CEO, fundadora e Sócia do 360iGroup


Se atualize

Casa da atriz Paolla Oliveira pega fogo e seguro pode amenizar perdas

17.03.2021

A atriz Paola Oliveira divulgou em suas redes sociais que sua casa sofreu um incêndio, provavelmente causado por pane elétrica. Para entender de que forma o seguro residencial poderia ajudar na situação da atriz, o CQCS conversou com Dorival Alves, Corretor de Seguros e advogado.

Ele explicou que o seguro residencial indeniza o segurado até o limite máximo de indenização das garantias contratadas e estipuladas na apólice. “Os prejuízos devidamente comprovados, decorrentes de perdas e danos incidentes sobre os bens segurados, em consequência dos riscos cobertos descritos nestas condições gerais e nas condições especiais do presente seguro, para o(s) local (is) descrito(s) na especificação da apólice”, explicou.

É justamente esse o caso de situações que envolvem pane elétrica. “Se o seu Seguro Residencial tiver a cobertura de Danos Elétricos, você recebe até o valor segurado para repor os prejuízos causados aos aparelhos sinistrados”.

Nesse caso, de acordo com Dorival, a seguradora responderá pelas perdas e danos materiais causados aos bens/segurados de acordo com as Condições Gerais e Condições Especiais do presente contrato de seguro.

Também são indenizáveis, até o Limite Máximo de Indenização de cada cobertura contratada, as perdas e os danos materiais decorrentes de despesas comprovadamente efetuadas pelo Segurado para o salvamento e proteção dos salvados, por motivo de caso fortuito ou força maior; impossibilidade de remoção ou proteção dos salvados, por motivos fortuitos ou força maior.

Fonte: CQCS

Órfãos da Covid: projeto ajuda crianças e jovens que perderam a família para o coronavírus

14.03.2021

O Brasil vive hoje o pior momento da pandemia e é apontado como o epicentro da doença no mundo. A reportagem especial do Fantástico trata de um dos reflexos dessa tragédia: quem vai cuidar dos órfãos da Covid-19? Quais são os planos para essas vítimas?

Bebês, crianças, adolescentes e jovens vão ter que enfrentar o impacto emocional e financeiro dessas perdas. Mas a reportagem mostra também que num momento de tanta dor, a solidariedade também entra em cena e ajuda a levar conforto e esperança. Veja a íntegra no vídeo acima.

Fonte: Fantástico Grupo Globo

DPVAT terá novo meio de pagamento de indenizações

DPVAT terá novo meio de pagamento de indenizações. A Caixa Econômica Federal, que assumiu em 2021 a gestão dos recursos e pagamentos das indenizações do DPVAT (Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT), lançou um aplicativo de celular para que os segurados possam dar entrada nos pedidos.

De acordo com o banco, vítimas de acidentes de trânsito ou seus beneficiários poderão dar entrada no pedido de indenização por morte, invalidez permanente ou reembolso de despesas médicas pelo app, que permite o envio de documentos e o acompanhamento da solicitação.

Caixa lança aplicativo para acesso ao seguro Dpvat.

Baixa o app para seu Android
https://play.google.com/store/apps/details?id=br.gov.caixa.dpvat

Fonte:CQCS

09.03.2021

Motorista aguarda indenização de proteção veicular há cinco meses

De acordo com uma matéria veiculada pelo portal São Gonçalo nesta segunda-feira (08), Josué Lopes da Rocha, morador do Mutuá, comprou um carro em julho de 2020 e assinou um contrato com a associação ‘Proteja Já Brasil Auto’. No entanto, em outubro de 2020, Josué teve seu carro furtado no Méier e acionou a empresa, que não realizou a indenização ao cliente.

O motorista revelou ao portal que ao entrar em contato com a associação e pedir o rastreamento do veículo, foi solicitado que o cliente fizesse primeiro um boletim de ocorrência na delegacia. Josué fez o registro na polícia e a ‘Proteja Já’ pediu 30 dias para encontrar o veículo, e caso não achasse, começaria o processo de indenização.

De acordo com Josué, após os 30 dias, a empresa não localizou o carro e alegou que o documento de compra e venda do veículo estava rasurado e por isso não tinha como realizar o pagamento. O motorista de 40 anos confirmou o equívoco na hora da assinatura, relatando que a compra foi no nome do pai e que ele assinou errado no documento.

No entanto, conforme conta o motorista, a empresa reiterou que era necessário apenas um documento de procuração, feito em cartório, que passasse os direitos de decisão do pai para Josué. O documento foi feito e enviado para a empresa responsável pelo veículo.

Segundo Josué, depois do envio, a associação alegou que não poderia pagar por conta de uma pendência bancária do cliente. Contudo, o banco afirmou que isso não era um impeditivo e que a ‘Proteja Já’ poderia indenizar o motorista. Até o momento a situação não foi resolvida.

É importante lembrar que a proteção veicular não é um seguro, e as associações que a oferecem não são seguradoras, nem corretoras. Assim, não contam com a supervisão da Superintendência de Seguros Privados (Susep), entidade ligada ao Ministério da Fazenda que regula o setor de seguros.

Fonte: CQCS

Vacina da Pfizer é a 1ª contra a Covid a obter registro definitivo no Brasil

Font:TV Brasil

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